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HORMÔNIOS E O INTESTINO PREGUIÇOSO
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O intestino preguiçoso não é uma doença, mas sim um sintoma que afeta grande parte da população. Por ser muito difundido e descrito desde a antiguidade, muitos aspectos não são totalmente compreendidos e muitas das convicções populares se baseiam em observações passadas de geração em geração, muitas vezes sem comprovação cientifica.
Um estudo publicado pelo American Journal of Gastroenterology (Jornal Americano de Gastroenterologia) revela algumas verdades e desmistifica alguns mitos, conheça a seguir este estudo.
Hormônio sexual: A prisão de ventre, em crianças, é mais comum em meninos. No entanto, em adultos com idades compreendidas entre 15 e 50 anos, observa-se uma nítida predominância da mesma no sexo feminino. Soma-se a isso o fato de que as mulheres apresentam alterações do hábito intestinal relacionadas às diferentes fases do ciclo menstrual e que na gravidez, o tempo do transito é prolongado, sendo este fenômeno possivelmente relacionado à elevação da progesterona. Leva-se a crer que as alterações hormonais estejam relacionadas a esta condição.
Hormônios Gastrintestinais: O estudo mostra que pacientes que sofrem com o intestino preguiçoso exibem menos produção de motilina, polipeptídeo pancreático e gastrina.
Hormônios Tiroideanos: A prisão de ventre é um dos sintomas que pode aparecer em pacientes com hipotiroidismo não tratado, no entanto, a prevalência desta doença em pacientes que sofrem de prisão de ventre é muito baixa. Sendo assim recomenda-se o tratamento com hormônios apenas em pacientes que além do intestino preguiçoso, apresentem outras características da doença que reforcem este diagnostico.
Publicação original:
American Journal of Gastroenterology |
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